quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

CRIANÇAS DA NOVA ERA – CRIANÇAS ÍNDIGO? CRIANÇAS CRISTAL? – DIFERENTES



Nos dias de hoje, constatamos e confrontamo-nos com novos problemas educacionais, ocasionados por um número crescente de crianças e jovens que parece não conseguir adaptar-se às características, regras, valores, necessidades e exigências das sociedades atuais.

A origem, ou causas, do constante aumento de crianças com estes tipos comportamentais ainda se encontra envolta num mistério, muito embora as diferentes áreas da ciência e da pseudociência tenham vindo a tentar identificar e compreender estas situações.

Se abordarmos o problema de uma forma, mais ou menos, simplista, poderemos concluir que as principais causas destes comportamentos problemáticos se devem, acima de tudo, à alteração de valores e a diversos fatores específicos das sociedades atuais, nos quais se incluem as alterações da estrutura da família nuclear, a falta de tempo, por condicionalismos profissionais, alienação e desresponsabilização dos pais na educação das crianças; a evolução científica e tecnológica que, através de diferentes meios e equipamentos (TV, computadores, consolas, telemóveis) e atividades associadas aos mesmos, os quais facilitaram enormemente a comunicação à distância, o acesso à informação, ou as deslocações, mas que, paradoxalmente, contribuíram, de forma decisiva, para a alteração de diversos comportamentos sociais e relações interpessoais, nomeadamente ao nível comunicação verbal ou da leitura, propiciando um cada vez maior isolamento real das crianças, dos jovens e das famílias, particularmente daquelas que, pelas suas características pessoais ou ambiente familiar desfavorável, já reúnem determinadas condições que propiciam o isolamento e desenquadramento na sociedade.

Contudo, notoriamente, estas ilações são manifestamente insuficientes para explicar a complexidade da situação.

Todos nós conhecemos, pelo menos, uma família que enfrenta este tipo de problemas, com um ou mais filhos.

Nas salas de aula, os Professores sentem-se absolutamente impreparados para trabalhar com este género de alunos e, diariamente, veem-se em sérias dificuldades para manter um ambiente, minimamente, aceitável para a aprendizagem de todos.
É incontestável que os “Diferentes”, como habitualmente costumo identificá-los, são cada vez mais. E, neste momento, já não é razoável pensar que antigamente também existiam, tantos como agora, apenas não estavam sinalizados, por que nos últimos 100 ou 80 anos a evolução da medicina e, particularmente, da neurologia tem sido enorme, tendo estes casos apenas começado a ser identificados a partir dos anos 40, do século XX, e vindo a aumentar progressivamente, especialmente a partir da década de 70.

Reduzir a origem dos seus comportamentos, apenas, a uma educação familiar deficiente, também não parece minimamente credível, pois não só existem centenas de famílias, com dois ou mais filhos, em que apenas um deles apresenta este tipo de comportamento, como, ainda que uma educação deficiente e/ou um ambiente pouco equilibrado possam originar comportamentos desadequados, por parte das crianças, não parece razoável que esses comportamentos se encaixassem em padrões tão constantes, nem que a percentagem dos afetados fosse tão significativa.
Psiquiatras e Psicólogos “rotulam-nos”, quase arbitrariamente, como portadores da Síndrome de Asperger ou de TDAH – Transtorno de Deficit de Atenção, a qual tem duas vertentes, com e sem hiperatividade, mas que normalmente é mais associada à Hiperatividade, ou, indo mais longe, como Autistas.
Já a pseudociência, associada, de alguma forma, à New Age / Nova Era e encabeçada por algumas correntes místicas encontrou explicações diferentes.

“A partir da década de 80, elas começaram a chegar, mais e mais. São crianças espetaculares, que chegam para ajudar a Humanidade na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e das classes sociais. Estas crianças são como catalisadores da nova consciência e vêm desencadear as reações necessárias para as transformações.”

“As crianças CRISTAL são recém-chegadas ao planeta (cada vez em maior número). No entanto, sempre existiram, ainda que em pouca quantidade (Jesus Cristo foi uma delas). As crianças cristal são os chamados pacificadores, pois trazem atributos de paz e equilíbrio para poder continuar o trabalho começado pelas crianças índigo. Ambas as crianças representam um desafio para a sociedade, especialmente para os pais. A forma de tratá-las vai ter de mudar, os pais e os educadores têm de adotar novas formas de ser, para lidar corretamente com as crianças da nova vibração.
(…) “Que sabemos das crianças da vibração de cristal? Por um lado, sabemos bastante. Por outro, nada sabemos de muito concreto. Como as próprias crianças, a informação, neste momento, é muito etérica, muito sutil e pouca óbvia. A diferença dos seus irmãos e irmãs ‘confrontadores’ Índigo, as crianças cristal não modificaram as coisas … ainda. O 11 de setembro de 2001 foi um ponto decisivo, um sinal e uma porta de acesso para a próxima onda de crianças. A era das crianças cristal já chegou.”

Por outro lado, outros referem-se às crianças índigo e cristal da seguinte forma:

“Muito se tem falado sobre crianças Índigos e Cristais, mas quem são elas? Onde vivem? Como surgiram estas denominações?

A denominação Criança Índigo se originou com a parapsicóloga, sinesteta e psíquica Nancy Ann Tappe, por volta dos anos 70. Em 1982 Tappe publicou o livro “ Entendendo Sua Vida Através da Cor”, onde ela descreveu este conceito, afirmando que por volta dos anos 60 ela começou a perceber que muitas crianças nasciam com suas auras “índigas”(aura com predominância da cor azul índigo). Em 1998, a ideia foi popularizada e foi lançado o livro “ As Crianças índigo: As novas crianças chegaram”, escrito por Lee Carroll e Jan Tober. Em 2002, no Havaí, ocorreu uma conferência internacional sobre crianças índigos, com 600 participantes. Nos anos subsequentes, estas conferências ocorreram na Flórida e em Oregon. Os anos passaram e vários filmes e documentários foram produzidos sobre o assunto.

Contrapondo-se a isso, Sarah Whedon W., em 2009 escreve um artigo onde alega que os pais rotulam seus filhos como ‘índigo” para fornecer uma explicação alternativa para o comportamento indevido de seus filhos, decorrentes do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

Russell Barkley, psicólogo, comenta que essas terminologias “Índigo e Cristal, que surgiram no movimento Nova Era, ainda não produziram evidências empíricas da existência de tais crianças, pois para ele, as características descritas são muito vagas. Especialistas em saúde mental estão preocupados por rotular uma criança como “índigo ou Cristal”, pois muitas vezes, pode se retardar o diagnóstico e tratamento adequado que poderia ajudar a criança. Nick Colangelo, professor especialização na educação de crianças com altas habilidades, faz questionamentos de quem está lucrando com estas terminologias, uma vez que muitos livros, apresentações e vídeos estão sendo comercializados com esse assunto.

Dentro desta mesma linha, Lorie Anderson, em seu artigo “Índigo: A cor do dinheiro”, argumenta que a crença em crianças índigos tem um valor comercial significativo, devido às vendas de livro,(…) “

CARACTERÍSTICAS DAS CRIANÇAS ÍNDIGO

Chegam ao mundo com sentimento de realeza e a curto tempo se comportam como tal;
Têm a sensação de ter uma tarefa específica no mundo, e se surpreendem quando os outros não a partilham;
Custa-lhes aceitar a autoridade que não oferece explicação nem alternativa;
Sentem-se frustrados com os sistemas ritualistas que não requerem um pensamento criativo;
As curto-prazo encontram formas melhores de fazer as coisas, tanto em casa como na escola;
Não reagem pela disciplina da culpa;
Não são tímidos para manifestar as suas necessidades

Características comuns (mais evidentes) entre as Crianças Índigo e Cristal.

ÍNDIGO e CRISTAL

São extremamente sensíveis (à energia dos outros, ao meio ambiente, etc.);
São muito preceptivas, até mesmo psíquicas (em vários graus);
Têm uma noção clara da importância do seu propósito de vida global;
São congruentes entre: coração, mente, palavras e ações;
Percebem facilmente a FALTA DE INTEGRIDADE e de honestidade;
Têm muita paixão: pela vida, pelo amor, pela justiça;
De jovens a adultos, têm um sentido agudo de serviço e ajuda humanitária;
Por natureza, não julgam;
Em geral, têm um elevado sentido de humor;
Necessitam de: água, natureza, arte, roupa de fibra natural, exercício físico e um ambiente seguro tanto física como emocional, psíquica e espiritualmente;
Requerem a presença à sua volta de adultos emocionalmente estáveis.

CARACTERÍSTICAS DO SÍNDROME DE ASPERGER

Interesses específicos e restritos ou preocupações com um tema em detrimento de outras atividades;
Rituais ou comportamentos repetitivos;
Peculiaridades na fala e na linguagem; Padrões de pensamento lógico/técnico extensivo;
Comportamento social e emocionalmente impróprio e problemas de interação interpessoal;
Problemas com comunicação (não há comprometimento da linguagem, estritamente falando);
Transtornos motores, movimentos desajeitados e descoordenados;
Frequentemente, por um Q.I. verbal significativamente mais elevado que o não-verbal18
Às vezes pessoas com SA podem ser consideradas rudes, frias nos seus comportamentos, mas na verdade é só seu modo de tentar reagir ou entender ações;
Nem sempre pessoas com SA são compreendidas; por isso, devem ser tratadas com mais calma em alguns aspetos.

CARACTERÍSTICAS DA TDAH – Transtorno de Deficit de Atenção com, ou sem, Hiperatividade

Dificuldade em prestar atenção nos detalhes;
Errar por descuido nas atividades escolares pela dificuldade em manter a atenção;
Não seguir instruções;
Não terminar as tarefas;
Às vezes parece não escutar ou se faz de surdo;
Dificuldade em organizar tarefas e atividades;
Distrai-se facilmente com estímulos externos;
Evitar ou relutar em “realizar” esforço mental;
Perder coisas necessárias para as tarefas e ser facilmente distraído por qualquer estímulo externo.
Muitas vezes a falta de atenção pode vir acompanhada do sintoma de impulsividade, e pode até ter um aspeto positivo quando este comportamento leva a uma ação, pode no entanto, tornar-se patológico;
Falta de planeamento em função da busca intensa e constante da gratificação imediata e das novidades.
A impulsividade é um dos sintomas muito persistentes, impulsivamente interrompe o que está fazendo para iniciar outra atividade e vai acumulando várias tarefas sem finalizá-las.

CARACTERÍSTICAS DO AUTISMO

Dificuldade de relacionamento com outras pessoas;
Riso inapropriado;
Pouco ou nenhum contato visual – não olha nos olhos;
Aparente insensibilidade à dor – não responde adequadamente a uma situação de dor;
Preferência pela solidão; modos arredios – busca o isolamento e não procura outras crianças;
Rotação de objetos – brinca de forma inadequada ou bizarra com os mais variados objetos;
Inapropriada fixação em objetos;
Percetível hiperatividade ou extrema inatividade – muitos têm problemas de sono ou excesso de passividade;
Ausência de resposta aos métodos normais de ensino – muitos precisam de material adaptado;
Insistência em repetição desnecessária de assuntos, resistência à mudança de rotina;
Não tem real medo do perigo (consciência de situações que envolvam perigo);
Procedimento com poses bizarras (fixar objeto ficando de cócoras; colocar-se de pé numa perna só; impedir a passagem por uma porta, somente liberando-a após tocar de uma determinada maneira os alisares);
Ecolalia (repete palavras ou frases em lugar da linguagem normal);
Recusa colo ou afagos – bebés preferem ficar no chão que no colo;
Age como se estivesse surdo – não responde pelo nome;
Dificuldade em expressar necessidades – sem ou limitada linguagem oral e/ou corporal (gestos);
Acessos de raiva – demonstra extrema aflição sem razão aparente;
Irregular habilidade motora – pode não querer chutar uma bola, mas pode arrumar blocos;
Desorganização sensorial – hipo ou hipersensibilidade, por exemplo, auditiva;
Não faz referência social – entra num lugar desconhecido sem antes olhar para o adulto (pai/mãe) para fazer referência antes e saber se é seguro.

Mas, afinal, quem, ou o quê, são estas crianças, ditas, índigo e cristal?

Estamos a falar de crianças com problemas ao nível do comportamento emocional e social, dificuldades de integração social, concentração e desempenho escolar, sem que, no entanto, estas especificidades se encontrem relacionadas, na maior parte dos casos, com atrasos, deficiências mentais ou demências, nem mesmo com um Q.I. (quociente de inteligência) inferior ao das crianças, ditas, “normais”. Pelo contrário, muitas destas crianças têm capacidades especiais e únicas.
O conjunto destas características tornam-nas desconcertantes, provocando a incompreensão, rejeição ou dificuldades nas relações familiares, escolares e sociais.

Enquanto a ciência procurou rotulá-las, a pseudociência pretende divinizá-las.
Na maior parte das situações, aquilo que nos parece mais lógico, mais coerente ou mais sensato, é efetivamente, o que mais perto se encontra da verdade.

E, na verdade, com estas crianças, encontramo-nos perante o desconhecido, pelo que serão provavelmente esses critérios que nos conduzirão mais próximo da verdade.
Ao analisarmos a evolução da humanidade, desde os primeiros homens, ou humanoides, realizamos que, ao longo dos tempos, estes sofreram diversas mudanças, ou mutações, as quais parecem encontrar-se relacionadas com o desenvolvimento da inteligência, embora que essas alterações também se tenham vindo a fazer ao nível anatómico e orgânico.
Se entendermos o Universo e a Natureza como um todo inteligente, compreendemos que a sua evolução, alterações e mutações não acontecem aleatoriamente, mas, sim, com um propósito determinado.

Partindo deste princípio, poderemos, então, analisar estas crianças de uma nova perspetiva e tentar encontrar diferentes respostas, para as nossas questões.

Imaginemos que o processo de evolução da humanidade ainda não terminou. Nesse caso, as mudanças e mutações, mais lenta, ou mais rapidamente, continuarão a acontecer.
À semelhança do que aconteceu na pré-história, onde neanderthais robustos e com um cérebro grande, viveram na Europa e oeste da Ásia, sobrevivendo até 24 mil anos atrás, coexistindo com os modernos Homo sapiens sapiens, apesar de estudos de ADN provarem que não podiam reproduzir-se entre si, também, agora, essa evolução pode não estar a realizar-se em toda a humanidade em simultâneo. E, mais do que isso, essa evolução pode ser feita em várias etapas, sendo que é provável que a mesma seja sujeita a erros e falhas.

Júlio Verne, nascido na segunda década do século XIX, era um visionário e, através dos seus livros de aventuras, descreveu uma realidade que, à época, só poderia ser entendida como ficção científica. No entanto, a maioria das suas descrições encontram-se extraordinariamente próximas de uma realidade que só viria a acontecer muitos anos depois e para a qual ainda não existiam dados científicos suficientes que a pudessem prever. São exemplos disso os seus livros “Da terra à Lua” e “Vinte mil léguas submarinas” ou, ainda, “Viagem ao Centro da Terra”, aventura para a qual os homens ainda não conseguiram criar as condições de realização.

Já no séc. XX, Robert A. Heinlein ou Aldous Huxley transportaram-nos para uma nova realidade e um novo mundo com os seus livros “Um estranho numa terra estranha” e “Admirável mundo novo”.
Mais do que da evolução da ciência e de novas tecnologias, estes livros falam-nos de seres inteligentes, diferentes dos humanos, até mesmo vindos de outros mundos, e de sociedades tão diferentes das da época que as histórias narradas nessas obras só poderiam ser consideradas como histórias ficcionais, provenientes de cérebros extraordinariamente imaginativos, quando não, algo alucinados.

Contudo, ainda que até hoje não nos tenhamos deparado com seres vindos de outros planetas, muitas das realidades descritas nesses livros, encontram-se cada vez mais próximas da nossa realidade atual.
Não creio que as nossas crianças “Diferentes” sejam extraterrestres que têm vindo a “aparecer” por aqui. Não porque ponha em causa o facto de poder existir vida inteligente noutros sistemas solares ou galáxias, mas por que, ainda que existam, a distância a que nos encontramos, temporal e espacialmente, tornaria esse processo extraordinariamente difícil, se não impossível.
Não creio que Deus, numa espécie de passe de mágica, começasse a enviar para a Terra uns seres estranhos e divinais. Pois o Deus em que acredito, ainda que imenso e poderoso, rege-se pelas mesmas leis com que criou o Universo, todas elas absolutamente explicáveis pela ciência, embora que não as conheçamos todas ainda.

Não creio que as transformações, evolução e características das sociedades, só por si, tivessem dado origem a um aumento exponencial de crianças com padrões emocionais e de comportamento tão similares entre si e tão diferentes dos demais.

Parece-me admissível pensar que estes padrões representam uma fase da evolução da humanidade, que ainda não se encontra finalizada, a qual provoca um desfasamento entre as novas e/ou diferentes capacidades destas crianças e a realidade do mundo em que vivemos. O que, dependendo do grau de evolução, do número ou tipo de características diferentes e da forma como as crianças reagem e gerem o choque com uma realidade que não se lhes adequa, as pode tornar mais “Diferentes” (Autistas; Aspergers), ou menos “Diferentes” (TDA).

No entanto, tudo o que temos, de momento, são suposições, e hipóteses. Pelo que, aquela que me parece ser a atitude mais adequada, deverá ser a de, enquanto aguardamos respostas mais sustentadas cientificamente, tentarmos conviver com estas crianças, educando-as, tentando compreendê-las, apoiando-as e, acima de tudo, não desistindo delas, amando-as e, obrigando-nos a fazer o mais difícil, ACEITANDO-AS.

Por: Teresa Varela – via:circulodaforca.blogspot.pt/2014/02/criancas-da-nova-era-criancas-indigo.html

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

O que são Crianças e Adultos Indigo e Cristal?



Como é que você sabe se você, ou alguém que conhece, é uma criança ou adulto Indigo ou Cristal?
Nós vamos descrever as particularidades e caracteristicas principais destas pessoas. Mas queremos destacar que o fenómeno Indigo/Cristal é o próximo passo na nossa evolução como espécie humana. Nós estamos todos, de certa maneira, nos tornando Indigos e Cristais. Elas estão aqui para nos mostrar o caminho, e por isso a informação pode no geral ser aplicada a todos nós, à medida que nós fazemos a transição para a próxima etapa do nosso crescimento e evolução.



As Crianças Indigo têm encarnado na Terra nos ultimos 100 anos. Os primeiros Indigos eram pioneiros e mostradores de caminho. Depois da Segunda Guerra Mundial, nasceram um numero significante delas, e estes são os adultos Indigo de hoje. No entanto, na década 70 uma onda grande de Indigos nasceu, e por isso agora temos uma geração inteira de Indigos que estão agora nos fins dos seus vinte anos e no principio dos seus trinta anos e que irão tomar o seu lugar como lideres deste mundo. Os Indigos continuaram a nascer até mais ou menos o ano 2000, com mais habilidades e maior grau de sofisticação tecnológico e criativo.

As Crianças Cristais começaram a aparecer no planeta a partir de 2000, embora alguns digam que começaram a aparecer um pouco mais cedo. Estas crianças são extremamente poderosas, e o objetivo principal delas é levar-nos ao próximo nível de evolução, para revelar-nos o nosso poder interior e divindade. Elas funcionam como uma consciência de grupo em vez de individuais, e vivem pela “Lei da Unidade” ou Consciência de Unidade. Elas são uma poderosa força de amor e de paz no planeta.

Os Adultos Indigos e Cristais são compostos de dois grupos. Em primeiro, existe aqueles que nasceram como Indigos e que estão agora fazendo a transição para Cristais. Isto quer dizer que eles passarão por uma transformação espiritual e fisica que acorda a sua consciência “Cristica” ou “Cristal” e que os liga às Crianças Cristais como parte da onda evolucionária de mudança. O segundo grupo são aqueles que nasceram sem estas qualidades, mas que as adquiriram trabalhando arduamente e seguindo diligentemente um caminho espiritual. Sim, isto quer dizer que todos nós temos o potencial de ser parte deste “grupo” emergente de “anjos humanos”.

O seguinte extrato descreve a diferença entre Crianças Cristais e Indigos. É do artigo “Crianças Indigos e Cristais” da Doreen Virtue:

A primeira coisa que a maior parte das pessoas observa nas Crianças Cristais são os seus olhos, grandes, penetrantes, e a sua imensa sabedoria. Os olhos delas fixam-se em você e te hipnotizam, enquanto você chega à conclusão que a sua alma está sendo revelada para a criança. Talvez tenha se apercebido desta nova e especial “raça” de crianças que está a povoar rapidamente o nosso planeta. Elas são felizes, encantadoras e inclinadas ao perdão. Esta geração nova de “trabalhadores de luz”, tem idades mais ou menos entre os 0 a sete, e são totalmente diferentes das gerações anteriores. Sendo ideal em vários aspectos, elas apontam na direção para onde a humanidade está se dirigindo… e é uma ótima direção!

As crianças mais velhas (aproximadamente com a idade entre os 7 e 25), e que se chamam “Crianças Indigo”, partilham algumas caracteristicas com as Crianças Cristais. As duas gerações são bastante sensiveis e psiquicas, e têm objetivos de vida importantes. A maior diferença é o seu temperamento. Indigos têm um espirito de guerreiro, porque o seu propósito coletivo é de esmagar os velhos sistemas que já são inúteis. Elas estão aqui para pôr termo aos sistemas de governo, educacionais e legais que não têm integridade. Para fazer isto elas precisam de temperamentos e determinação impetuosa.

Aqueles adultos que resistem a mudança e que dão valor à conformidade, podem não perceber os Indigos. Elas são frequentemente e erradamente classificadas com diagnósticos psiquiátricos de Transtorno do Déficit de Atenção com HiperAtividade (TDAH) ou Transtorno do Déficit de Atenção (TDA). Infelizmente, porque elas são medicadas, as Indigos frequentemente perdem a sua bela sensibilidade, dádivas espirituais e energia de guerreiro…. Em contraste, as Crianças Cristais são bem-aventuradas e de temperamento uniforme. Claro, podem ter ataques de fúria ocasionalmente, mas a maior parte destas crianças são inclinadas ao perdão e tranquilas. As Cristais são a geração que beneficia da precursão dos Indigos. Primeiro, as Crianças Indigos lideram com uma machete, cortando tudo que não tem integridade. Depois as Crianças Cristais seguem o caminho aberto para um mundo mais seguro e protegido.

Os termos “Indigo” e “Cristal” foram dados a estas gerações porque eles descrevem com precisão as suas cores de aura e de padrões de energia. As Crianças Indigos têm bastante azul-indigo nas suas auras. Esta é a cor do “chacra do terceiro olho”, que é o centro de energia localizado na cabeça entre as sobrancelhas. Este chacra regula clarividência, ou a habilidade de se ver energia, visões, e espiritos. Muitas das Crianças Indigos são clarividentes.

As Crianças Cristais têm auras opalescentes, com matizes lindas de pastel com côres múltiplas. Esta geração também demonstra uma fascinação por cristais e pedras…..

As Crianças Indigo podem sentir desonestidade, como um cão pode sentir medo. As Indigos sabem quando estão mentindo para eles, sendo manipuladas, ou sendo tratadas de forma condescendente. E como o seu propósito coletivo é nos introduzir a um novo mundo de integridade, os seus detectores interiores de mentiras são indispensáveis. Com mencionei antes, alguns adultos sentem-se ameaçados por este espirito de guerreiro. E as Indigos são incapazes de se conformar com situações disfuncionais em casa, trabalho ou escola. Elas não têm a habilidade de se desassociar dos seus sentimentos e fingir que está tudo bem… a não ser que estejam medicadas ou com sedativos.

Os dons espirituais inatos das Crianças Cristais são também mal compreendidos. Especificamente, as suas habilidades telepáticas, que as levam a falar mais tarde na vida.

No novo mundo que os Indigos estão introduzindo a nós, estaremos muito mais conscientes dos nossos pensamentos e sentimentos intuitivos. Não contaremos tanto com a palavra escrita ou falada. A comunicação será mais rápida, mais direta e mais honesta, pois será de mente para mente. Já nesta altura podemos ver um número de pessoas, e está a aumentar, que estão a tomar contacto com as suas habilidades psiquicas. O nosso interesse no paranormal nunca esteve tão alto, acompanhado por livros, programas de televisão, e filmes sobre o tópico.

Por isso, não é surpreendente que a geração que se segue aos Indigos, seja incrivelmente telepática. Muitas das Crianças Cristais têm padrões de fala retardada, e não é incomum para elas esperarem até terem 3 ou quatro anos para começar a falar. Mas pais dizem-me que não têm problema nenhum em comunicar com as suas crianças silenciosas. Muito longe disso! Os pais metem-se em conversa mental com as suas Crianças Cristais. E as Cristais usam uma combinação de telepatia, de linguagem gestual própria, e de sons (incluindo canção) para transmitir o seu ponto de vista.

A dificuldade começa quando as Cristais são julgadas por médicos ou educadores como tendo padrões de fala “anormais”. Não é coincidência que à medida que o número de Crianças Cristais nascidas aumenta, que o número de diagnósticos de autismo atinge um número recorde.

É verdade que as Crianças Cristais são diferentes das outras gerações. Mas porque é que temos de encontrar razões patológicas para estas diferenças? Se as crianças estão se comunicando com sucesso em casa, e os pais não estão reportando nenhum problema… porque tentar criar problemas? O critério para diagnosticar o autismo é bastante claro. Declara que uma pessoa autista vive no seu próprio mundo, e está desligada das outras pessoas. A pessoa autista não fala por causa de um desinteresse em comunicar com outras pessoas.

As Crianças Cristais são totalmente o oposto. Elas são consideradas como uns dos seres mais ligados, mais comunicativos, mais carinhosos e mais amorosos de qualquer uma das gerações. Também são bastante filosóficas e têm dons espirituais. E elas exibem niveís nunca vistos de bondade e sensibilidade para este mundo. As Crianças Cristais espontaneamente abraçam e preocupam-se com pessoas carentes. Uma pessoa austista não faria isso!

No meu livro “A educação e alimentação das Crianças Cristais”, eu escrevi que ADHD (que em português é TDAH para Transtorno do Déficit de Atenção com HiperAtividade) devia significar “Atenção Ligada a uma Dimensão Superior”. Isto descreve mais exactamente esta geração. Na mesma veia, as Crianças Cristais não justificam um rótulo de autismo. Elas não são autistas! Elas são FANTÁSTICAS!

Estas crianças merecem respeito, e não rótulos de disfunção. Se há alguém que é disfuncional, são os sistemas que não estão se acomodando a evolução continua da espécie humana. Se nós envergonhamos as nossas crianças com rótulos, ou se as submetemos por medicação, então teremos enfraquecido insidiosamente uma dadiva mandada pelos céus. Nós esmagaremos uma civilização antes que tenha tempo de formar raízes. Afortunadamente, há muitas soluções positivas e alternativas. E o mesmo céu que nos mandou as Crianças Cristais pode nos assistir, nós que defendemos estas crianças……..


Fonte: Julia Luah – https://www.facebook.com/julinsluah

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